Talvez...
Sou
questionada porque faço minhas escolhas.
Vim
para esse mundo buscar o que é meu de direito;
Estudo,
trabalho e compro o que desejo...
Evito
fazer gastos, sem ter como pagar...
Evito
pessoas que me faz sentir arrepios na nuca...
Evito
amar sem ter que me machucar, pois o amor se constrói em um dia e uma
noite por 24 horas, de cada vez...
Costumo
falar olhando nos olhos, caindo para dentro da íris de cada pessoa, sentido com
quem estou lhe dando...
A
voz tem o som que me faz relaxar ou me deixa irritada???
O
cheiro me embriaga ou me repeli???
São
sinais básicos para eu comprar ou deixar de lado...
Então
pergunto: será que preciso explicar os meus motivos para amar??
Quando
o amor entrou em minha vida ele veio através dos meus sentidos: olhos, audição,
olfato, tato e paladar, bem nesta ordem... e foi crescendo todos os dias um
“cadim”.
Gestos
simples, comportamento forte, decisões reais.
Uma
forma de ter e proteger sem sufocar, respeitando cada atitude e comportamento...
Assim
fui construindo o que tenho hoje, e por esse amor eu não admito ser violado ou
magoado.
Em
mim sempre existe um sorriso, um abraço, um carinho, um silêncio ou uma palavra
para compartilhar.
Ao
lado do meu amor eu sou forte, capaz, inteligente, linda, feliz e principalmente
tranquila (em paz).
Acredito
que devam existir amores mais fortes e plenos...
Mas
o que eu tenho é o que eu resolvi viver e ter... Ao lado dele eu descubro uma
força maior e caminho para a realização de metas traçadas pelo universo, pelos
anjos e por mim.
Agradeço
todos os dias quando escuto, leio ou vejo meu amor.
Independente
de qualquer coisa... O amor que sinto é completamente diferente do que vejo e escuto as pessoas falarem... ele é básico, pleno e principalmente louco no sentido de ser único.
Eu
sou feliz sabendo que ele existe
Por Analú Lyra

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